Banco de Livros Coleguium: 6º Ano:
Vendo os livros, 50% do valor de mercado.
1) Extraordinário- R.J. Palacio.
2) Por parte de pai - Bartolomeu Campos de Queirós
3) Cuidado, não olhe pra trás! - Stella Carr
4) O rei da rua - Jorge Fernando dos Santos
5) Peter Pan- Pedro Bandeira
6) No meio da noite escura tem um pé de maravilha! - Ricardo Azevedo
7) Diário de Pilar - Flávia Lins e Silva
8) A esperança é uma menina que vende frutas - Amrita Das
Interessados entrar em contato por 994412849 ou 33782513- Alessandra
Programa de Coleta Seletiva Solidária - Campus São João del-Rei
O destino final do lixo é um dos agravantes da degradação ambiental. A coleta seletiva e a reciclagem permitem a diminuição da quantidade de lixo produzido e o reaproveitamento de diversos materiais, preservando a natureza. O Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, Campus São João del-Rei instituiu a Gestão dos Resíduos Sólidos e o Programa de Coleta Seletiva Solidária no Campus. Conheça mais sobre esse trabalho e dê suas sugestões. Profa Alessandra Fernandes
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
segunda-feira, 30 de abril de 2012
“A vida é uma oportunidade de ousar." – Clemenceau
ROTA DA RECICLAGEM: ONDE RECICLAR EMBALAGENS LONGA VIDA (TETRA PAK)
Entre no site abaixo e conheça como funciona...
http://www.rotadareciclagem.com.br/index.html
Entre no site abaixo e conheça como funciona...
http://www.rotadareciclagem.com.br/index.html
O QUE É?O site Rota da Reciclagem é mais uma ação da Tetra Pak a favor da reciclagem e em defesa do meio ambiente. Este espaço mostra de forma didática como qualquer pessoa interessada pode participar do processo de separação e entrega das embalagens longa vida para a reciclagem. Informa ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores, as empresas comerciais que trabalham com compra de materiais recicláveis e os pontos de entrega voluntária (PEV) que recebem embalagens da Tetra Pak. | |
| Este é um serviço que está em constante atualização e VOCÊ pode contribuir bastante para isso. Caso conheça alguma iniciativa de coleta seletiva, seja ela Cooperativa, Comércio ou PEV, que não esteja listada; nos informe para que possamos incluí-la! Assim podemos trabalhar juntos para aumentar essa cadeia de reciclagem! Use os campos do Cadastre-se ouEntre em Contato para enviar as informações | |
| Acesse, use, faça suas observações, proteja o meio ambiente você também! | |
Entenda os íconesNo site da Rota da Reciclagem você vai encontrar sempre três ícones nos mapas de entrega de material reciclável. São os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária), conhecidos também como LEVs, as Cooperativas e os estabelecimentos comerciais. Todos estes locais recebem embalagens da Tetra Pak e são a porta de entrada da cadeia de reciclagem. Vamos conhecer melhor cada um deles: | |
PEV - (Ponto de Entrega Voluntária)São os locais que recebem embalagens longa vida (entre outros materiais) para serem enviados à reciclagem. É o primeiro passo do processo, onde o material doméstico (pouco volume) geralmente é entregue. Boa parte das cidades já conta com estes postos, onde as pessoas podem depositar diretamente o material que separaram em casa. | |
CooperativasIniciativas sociais que trabalham com a coleta e triagem do material reciclável (inclusive embalagem longa vida) para beneficiamento e envio aos recicladores. A maior parte do material coletado vem do trabalho dos catadores cooperados ou dos programas de coleta seletiva municipais. | |
ComérciosLocais que compram material longa vida (e outros materiais recicláveis) para beneficiamento e envio aos recicladores. Eles adquirem o material, geralmente em grande quantidade, principalmente das cooperativas. Após a fase da coleta, as embalagens longa vida, já enfardadas, são enviadas às empresas recicladoras, que vão se encarregar de separar os elementos que compõem as embalagens e transformá-los em matéria-prima para uma série de aplicações. | |
VocêMostra a localização do endereço digitado para busca. | |
"A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo.” - Merleau-Ponty
O Brasil ainda possui 2.906 lixões distribuídos por 2.810 municípios que precisam ser erradicados até 2014, segundo informação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
O prazo é tido como apertado pelos técnicos do instituto, que afirmam que para cumprir as metas nos próximos dois anos é necessário que haja a criação de políticas públicas que incentivem mais a reciclagem nas cidades e a coleta seletiva na área urbana.
Outra forma que pode auxiliar a resolver esta questão está na criação de consórcios públicos para gestão de resíduos sólidos, que agrupariam pequenas cidades com poucos recursos financeiros, afirma o Ipea.
De todas as regiões brasileiras, o Nordeste é a que abriga o maior número de municípios com lixões: são 1.598, o equivalente a 89% do total de cidades da região.
Coleta Seletiva
Dados do Ipea mostram que em 2008 o número de cidades com programas de coleta seletiva passou a ser 994, ou seja, apenas 18% dos municípios brasileiros. A maioria está localizada no Sul e Sudeste do país.
“A coleta seletiva ainda é incipiente e está concentrada nas regiões ricas”, disse Jorge Hargrave, técnico de Planejamento e Pesquisa do instituto, ao G1.
Desperdício
O desperdício de matéria orgânica é um dos grandes responsáveis pela formação de lixões. Segundo o Ipea, das 94,3 mil toneladas de lixo orgânico recolhidas diariamente no país, somente 1,6% (1.509 toneladas) são encaminhadas para reaproveitamento.
De acordo com o documento, “esta forma de destinação gera despesas que poderiam ser evitadas caso a matéria orgânica fosse separada na fonte e encaminhada para um tratamento específico, como a compostagem”.
* Com informações do G1
** Publicado originalmente no EcoD.
domingo, 29 de abril de 2012
É possível!
Uma forma diferente de lidar com resíduos

Crédito: Uploaded on July 21, 2007 by Spacing Magazine. Flickr creative commons
Um sensor instalado percebe quando a lixeira está cheia, e o sistema de tubos cria um vácuo que suga os resíduos, transportando-os para o local de coleta. Existem sistemas para residências, prédios comerciais e áreas públicas.
Descrição breve do projeto
O sistema Envac de coleta de resíduos apresenta-se como alternativa ao método tradicional de coleta de resíduos. As lixeiras são conectadas a um sistema de tubos, ligados a uma área de coleta, localizada, em geral, nos arredores de onde o sistema está instalado, fora da área urbana. Um sensor instalado percebe quando a lixeira está cheia e o sistema de tubos cria um vácuo que suga os resíduos, transportando-os para um local de acumulação de resíduos, onde é realizada a coleta. Existem sistemas para residências, prédios comerciais e áreas públicas.Metodologia
• Pontos de Coleta: Os sacos de resíduos são depositados, a qualquer momento do dia, em coletores instalados nas vias públicas e/ou nos edifícios. Os coletores são distintos para resíduos recicláveis e não recicláveis.• Rede de Transporte Subterrânea: Os sacos são transportados por sucção e conduzidos por uma rede de tubulações subterrâneas até a central de coleta de resíduos a uma velocidade média de 70 km/h.
• Central de Coleta: Localizada nos arredores da área de coleta dos resíduos, elimina consideravelmente o número de veículos coletores na região. Na central, os resíduos são coletados, separados - quando projetado para esta função - e compactados em contêineres fixos, para posterior envio ao seu destino final. O ar do sistema de tubos é separado do resíduo e tratado por um sistema de filtros antes de ser devolvido à atmosfera.
Objetivos
• Reduzir os impactos no meio ambiente local devido à gestão dos resíduos sólidos• Facilitar a coleta de resíduos sólidos
• Evitar a execução de um sistema de transporte por caminhões muito amplo, reduzindo, assim, o trânsito na região urbana e a liberação de CO2
• Reduzir o volume dos resíduos
• Separar os resíduos recicláveis e destiná-los ao sistema de reciclagem
Cronograma
• 1961: A primeira versão do atual sistema foi instalada em um hospital em Sollefteå, Suécia• 1965: Foi criada uma versão residencial para a coleta a vácuo
• 2010: Foi ultrapassada a barreira de 600 destes sistemas instalados pelo mundo
Resultados
• Maior facilidade na coleta seletiva, uma vez que os diferentes tipos de resíduos não são misturados durante a coleta, como no método tradicional• Diminuição no número de caminhões de lixo em circulação, devido ao uso mais racional do espaço. Isso porque, ao invés dos resíduos serem colocados na calçada, em frente de cada imóvel, o caminhão de coleta se dirige somente à área onde os sacos são acumulados.
• Diminuição na poluição sonora e atmosférica causada pela coleta
• Redução de 30% a 40% no custo da coleta
• Em Estocolmo, na Suécia, já foi implementado nos seguintes lugares: Södra Station (2800 residências), Norra Hammarbyhamnen (2050 residências), Essinge Udde (900 residências) e Hammarby Sjöstad (2400 residências)
Instituições envolvidas
• Grupo Envac
Localização
Perfil da cidade
Cidade: EstocolmoPaís: Suécia
Continente: Europa
População: 807 mil (2009)
Objetivos
• Reduzir os impactos no meio ambiente local devido à gestão dos resíduos sólidos• Facilitar a coleta de resíduos sólidos
• Evitar a execução de um sistema de transporte por caminhões muito amplo, reduzindo, assim, o trânsito na região urbana e a liberação de CO2
• Reduzir o volume dos resíduos
• Separar os resíduos recicláveis e destiná-los ao sistema de reciclagem
Resultados
• Maior facilidade na coleta seletiva, uma vez que os diferentes tipos de resíduos não são misturados durante a coleta, como no método tradicional• Diminuição no número de caminhões de lixo em circulação, devido ao uso mais racional do espaço. Isso porque, ao invés dos resíduos serem colocados na calçada, em frente de cada imóvel, o caminhão de coleta se dirige somente à área onde os sacos são acumulados.
• Diminuição na poluição sonora e atmosférica causada pela coleta
• Redução de 30% a 40% no custo da coleta
• Em Estocolmo, na Suécia, já foi implementado nos seguintes lugares: Södra Station (2800 residências), Norra Hammarbyhamnen (2050 residências), Essinge Udde (900 residências) e Hammarby Sjöstad (2400 residências)
Cronograma
• 1961: A primeira versão do atual sistema foi instalada em um hospital em Sollefteå, Suécia• 1965: Foi criada uma versão residencial para a coleta a vácuo
• 2010: Foi ultrapassada a barreira de 600 destes sistemas instalados pelo mundo

sábado, 28 de abril de 2012
O que fazer com os resíduos orgânicos?
A solução demanda conhecimento e investimentos adequados para o correto reaproveitamento
desses detritos.
desses detritos.
A separação, coleta e reciclagem de metais, papel, vidro e plástico, entre outros, ganhou novo impulso com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, no final de 2010. A partir do conceito de responsabilidade compartilhada, a lei envolve os diversos elos da cadeia da reciclagem na busca de soluções eficientes. Enquanto se estruturam modelos e propostas para o melhor aproveitamento dos mais diversos tipos de materiais, a questão dos resíduos orgânicos também precisa ser observada de perto.Segundo dados da FAO (órgão da ONU que cuida de assuntos relacionados à alimentação e agricultura), 1,3 bilhão de toneladas de comida vão parar no lixo todos os anos – isso representa quase um terço do total produzido. No Brasil, estima-se que a perda chegue a cerca de 25 milhões de toneladas por ano.
"O Brasil produz em torno de 260 mil toneladas de lixo por dia – 1,5 quilo por habitante, o triplo da China. Embora 80% desses resíduos possam ser reaproveitados, o que também inclui o lixo orgânico, uma parcela ainda muito reduzida é reciclada ou destinada para a compostagem", conta Eraldo Patto Pinho, consultor de Sustentabilidade da Topema, empresa que conta com uma área especializada em gestão de resíduos, energia, efluentes e água.
Os chamados resíduos orgânicos - produzidos nas residências, escolas, restaurantes, empresas e pela própria natureza - têm origem vegetal ou animal. Alguns exemplos são restos de alimentos (carnes, vegetais, frutos, cascas de ovos), madeira, ossos e sementes. "Felizmente, existem soluções para dispor o lixo de maneira mais adequada, porém essas soluções dependem do engajamento da população e de políticas públicas que garantam o correto destino e tratamento do lixo", destaca Eraldo.

Despesa que vira receita
Quando seguem para aterros ou lixões (que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, devem ser totalmente extintos no país até o final de 2014), os resíduos orgânicos se biodegradam e geram chorume e gás metano (com 21 vezes mais poder de gás de efeito estufa do que o gás carbônico). Segundo dados do Cempre, em 2010, cerca de 4% do lixo sólido orgânico urbano gerado no Brasil foi reciclado. Em termos absolutos, 211 municípios brasileiros têm unidades de compostagem, sendo que os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul possuem a maior concentração, 78 e 66 unidades, respectivamente.
A compostagem é o processo de decomposição biológica da matéria orgânica presente no lixo, por meio da ação de micro-organismos existentes nos resíduos, em condições adequadas de aeração, umidade e temperatura. Desse processo, resulta um adubo de alta qualidade - uma tonelada de lixo doméstico rende cerca de 500 quilos de composto orgânico.
Entre os fatores que travam o avanço da reciclagem dos resíduos orgânicos, estão as dificuldades logísticas para retirada dos detritos, os custos com transporte e os investimentos em câmara fria (uma vez que não podem ficar expostos ao calor), desinfecção e mão de obra. A novidade é que existem no mercado processadores para resíduos que são colocados nas próprias instalações de condomínios, restaurantes, hospitais, lanchonetes e supermercados.
Sem usar água ou enzimas, esses equipamentos, com capacidades que variam de 30 a 1.500 quilos, geram uma biomassa que pode servir como base para ração animal, adubo e para queima como biogás. Além da biomassa, o processo resulta em água cristalina e estéril que pode ser usada para limpeza ou jardinagem. "Ou seja, o que antes era um problema e uma despesa torna-se fonte de receita. Se reciclássemos 20% de todo o resíduo orgânico produzido no país, haveria 613 mil toneladas a menos nos aterros e seriam geradas aproximadamente 1 milhão de toneladas de adubo, o que representaria uma receita de R$ 1,5 bilhão por ano", contabiliza Eraldo.
A compostagem é o processo de decomposição biológica da matéria orgânica presente no lixo, por meio da ação de micro-organismos existentes nos resíduos, em condições adequadas de aeração, umidade e temperatura. Desse processo, resulta um adubo de alta qualidade - uma tonelada de lixo doméstico rende cerca de 500 quilos de composto orgânico.
Entre os fatores que travam o avanço da reciclagem dos resíduos orgânicos, estão as dificuldades logísticas para retirada dos detritos, os custos com transporte e os investimentos em câmara fria (uma vez que não podem ficar expostos ao calor), desinfecção e mão de obra. A novidade é que existem no mercado processadores para resíduos que são colocados nas próprias instalações de condomínios, restaurantes, hospitais, lanchonetes e supermercados.
Sem usar água ou enzimas, esses equipamentos, com capacidades que variam de 30 a 1.500 quilos, geram uma biomassa que pode servir como base para ração animal, adubo e para queima como biogás. Além da biomassa, o processo resulta em água cristalina e estéril que pode ser usada para limpeza ou jardinagem. "Ou seja, o que antes era um problema e uma despesa torna-se fonte de receita. Se reciclássemos 20% de todo o resíduo orgânico produzido no país, haveria 613 mil toneladas a menos nos aterros e seriam geradas aproximadamente 1 milhão de toneladas de adubo, o que representaria uma receita de R$ 1,5 bilhão por ano", contabiliza Eraldo.
Texto retirado do link:http://www.cempre.org.br/ci_2012-0102_reciclando.php
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Natureza... quem ama, cuida!
Coca-Cola vai acelerar o desenvolvimento de sua PlantBottle™
A Coca-Cola anunciou, no final de dezembro, parceria com três empresas líderes em biotecnologia para acelerar o desenvolvimento de suas embalagens PlantBottle™ feitas 100% à base de planta. Desde o lançamento da garrafa, em 2009, a empresa já distribuiu mais de 10 bilhões de unidades em 20 países, o que representa a retirada de aproximadamente 100 mil toneladas de dióxido de carbono - o equivalente a cerca de 20 mil acres de floresta.
Os acordos com a Virent, Gevo e Avantium foram assinados após um estudo de dois anos, realizado pela equipe de Pesquisas e Desenvolvimento e do conselho técnico da The Coca-Cola Company. As três empresas são especialistas na criação de alternativas de origem vegetal para materiais tradicionalmente feitos de combustíveis fósseis e outros recursos não-renováveis.
“Embora a tecnologia para desenvolver materiais biológicos renováveis em laboratório esteja disponível há anos, acreditamos que essas três empresas têm alto potencial para criá-los em escala comercial global nos próximos anos”, explica Rick Frazier, vice-presidente de Suprimento de Produtos Comerciais da Coca-Cola. “Este é um investimento significativo da área de Pesquisas e Desenvolvimento em inovação em embalagens e é o próximo passo em direção à nossa visão de fazer todas as nossas embalagens plásticas com materiais de plantas obtidos de maneira responsável.”
A primeira geração de embalagens PlantBottle™ da The Coca-Cola Company é produzida com até 30% de material de origem vegetal a partir de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% do PET, e é também feita de materiais de plantas, e PTA (ácido tereftálico purificado) que compõe os outros 70%. A próxima etapa prevê a substituição do PTA por materiais de plantas.
Para saber mais: www.cocacola.com.br
Os acordos com a Virent, Gevo e Avantium foram assinados após um estudo de dois anos, realizado pela equipe de Pesquisas e Desenvolvimento e do conselho técnico da The Coca-Cola Company. As três empresas são especialistas na criação de alternativas de origem vegetal para materiais tradicionalmente feitos de combustíveis fósseis e outros recursos não-renováveis.
“Embora a tecnologia para desenvolver materiais biológicos renováveis em laboratório esteja disponível há anos, acreditamos que essas três empresas têm alto potencial para criá-los em escala comercial global nos próximos anos”, explica Rick Frazier, vice-presidente de Suprimento de Produtos Comerciais da Coca-Cola. “Este é um investimento significativo da área de Pesquisas e Desenvolvimento em inovação em embalagens e é o próximo passo em direção à nossa visão de fazer todas as nossas embalagens plásticas com materiais de plantas obtidos de maneira responsável.”
A primeira geração de embalagens PlantBottle™ da The Coca-Cola Company é produzida com até 30% de material de origem vegetal a partir de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% do PET, e é também feita de materiais de plantas, e PTA (ácido tereftálico purificado) que compõe os outros 70%. A próxima etapa prevê a substituição do PTA por materiais de plantas.
Para saber mais: www.cocacola.com.br
domingo, 26 de fevereiro de 2012
"Espera mil anos e verás que será precioso até o lixo deixado atrás por uma civilização extinta". Isaac Asimov
AE - Agência Estado
Os condomínios da cidade de São Paulo têm acumulado lixo reciclável por falta de coleta seletiva. A demanda está cada vez maior, mas a estrutura da Prefeitura, com 21 centrais de triagem, não consegue atender ao processamento diário de todo o material produzido na capital. Os síndicos jogam o lixo que poderia ser reciclado com os detritos comuns.
De 2009 para 2011, o volume médio de resíduos coletados diariamente na cidade de São Paulo teve um aumento de 12,5%. Passou de 16 mil toneladas por dia para 18 mil. A quantidade de itens enviados para a reciclagem, porém, continua por volta de 1% do total. Passou de 120 toneladas (0,71%) por dia em 2009, para 214 (1,13%) em 2011. "O ideal é que a cidade estivesse reciclando cerca de 25% do total do lixo produzido", disse a arquiteta e urbanista Nina Orlow, da Rede Nossa São Paulo. De acordo com Nina, a cidade precisa fazer um estudo gravimétrico (separação e pesagem) do lixo coletado diariamente, o que traduz o porcentual de cada componente recolhido.
O Edifício Copan, no centro da capital, que tem cerca de 5 mil moradores, chega a produzir 75 toneladas de lixo por mês. Desse total, consegue enviar para a reciclagem 15 t. O prédio também tem encontrado dificuldades na hora da coleta do material reaproveitável. "As cooperativas nem sempre funcionam. Como sou grande gerador de lixo, fiz uma parceria com uma ONG para a coleta, mas tem semanas que eles não recolhem o material reciclável e ele fica se acumulando na garagem", disse o síndico do condomínio, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, de 73 anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Assinar:
Comentários (Atom)











