segunda-feira, 30 de abril de 2012

“A vida é uma oportunidade de ousar." – Clemenceau

ROTA DA RECICLAGEM: ONDE RECICLAR EMBALAGENS LONGA VIDA (TETRA PAK)
Entre no site abaixo e conheça como funciona...


http://www.rotadareciclagem.com.br/index.html



O QUE É?



O site Rota da Reciclagem é mais uma ação da Tetra Pak a favor da reciclagem e em defesa do meio ambiente. Este espaço mostra de forma didática como qualquer pessoa interessada pode participar do processo de separação e entrega das embalagens longa vida para a reciclagem. Informa ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores, as empresas comerciais que trabalham com compra de materiais recicláveis e os pontos de entrega voluntária (PEV) que recebem embalagens da Tetra Pak.
Este é um serviço que está em constante atualização e VOCÊ pode contribuir bastante para isso. Caso conheça alguma iniciativa de coleta seletiva, seja ela Cooperativa, Comércio ou PEV, que não esteja listada; nos informe para que possamos incluí-la! Assim podemos trabalhar juntos para aumentar essa cadeia de reciclagem! Use os campos do Cadastre-se ouEntre em Contato para enviar as informações
Acesse, use, faça suas observações, proteja o meio ambiente você também!

Entenda os ícones

No site da Rota da Reciclagem você vai encontrar sempre três ícones nos mapas de entrega de material reciclável. São os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária), conhecidos também como LEVs, as Cooperativas e os estabelecimentos comerciais. Todos estes locais recebem embalagens da Tetra Pak e são a porta de entrada da cadeia de reciclagem. Vamos conhecer melhor cada um deles:
Pev

PEV - (Ponto de Entrega Voluntária)

São os locais que recebem embalagens longa vida (entre outros materiais) para serem enviados à reciclagem. É o primeiro passo do processo, onde o material doméstico (pouco volume) geralmente é entregue. Boa parte das cidades já conta com estes postos, onde as pessoas podem depositar diretamente o material que separaram em casa.
Cooperativa

Cooperativas

Iniciativas sociais que trabalham com a coleta e triagem do material reciclável (inclusive embalagem longa vida) para beneficiamento e envio aos recicladores. A maior parte do material coletado vem do trabalho dos catadores cooperados ou dos programas de coleta seletiva municipais.
Comércio

Comércios

Locais que compram material longa vida (e outros materiais recicláveis) para beneficiamento e envio aos recicladores. Eles adquirem o material, geralmente em grande quantidade, principalmente das cooperativas. Após a fase da coleta, as embalagens longa vida, já enfardadas, são enviadas às empresas recicladoras, que vão se encarregar de separar os elementos que compõem as embalagens e transformá-los em matéria-prima para uma série de aplicações.

Você

Mostra a localização do endereço digitado para busca.


"A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo.” - Merleau-Ponty



O Brasil ainda possui 2.906 lixões distribuídos por 2.810 municípios que precisam ser erradicados até 2014, segundo informação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
O prazo é tido como apertado pelos técnicos do instituto, que afirmam que para cumprir as metas nos próximos dois anos é necessário que haja a criação de políticas públicas que incentivem mais a reciclagem nas cidades e a coleta seletiva na área urbana.
Outra forma que pode auxiliar a resolver esta questão está na criação de consórcios públicos para gestão de resíduos sólidos, que agrupariam pequenas cidades com poucos recursos financeiros, afirma o Ipea.
De todas as regiões brasileiras, o Nordeste é a que abriga o maior número de municípios com lixões: são 1.598, o equivalente a 89% do total de cidades da região.
Coleta Seletiva
Dados do Ipea mostram que em 2008 o número de cidades com programas de coleta seletiva passou a ser 994, ou seja, apenas 18% dos municípios brasileiros. A maioria está localizada no Sul e Sudeste do país.
“A coleta seletiva ainda é incipiente e está concentrada nas regiões ricas”, disse Jorge Hargrave, técnico de Planejamento e Pesquisa do instituto, ao G1.
Desperdício
O desperdício de matéria orgânica é um dos grandes responsáveis pela formação de lixões. Segundo o Ipea, das 94,3 mil toneladas de lixo orgânico recolhidas diariamente no país, somente 1,6% (1.509 toneladas) são encaminhadas para reaproveitamento.
De acordo com o documento, “esta forma de destinação gera despesas que poderiam ser evitadas caso a matéria orgânica fosse separada na fonte e encaminhada para um tratamento específico, como a compostagem”.
* Com informações do G1
** Publicado originalmente no EcoD.

domingo, 29 de abril de 2012

É possível!


Uma forma diferente de lidar com resíduos

 

Crédito: Uploaded on July 21, 2007 by Spacing Magazine. Flickr creative commons

Um sensor instalado percebe quando a lixeira está cheia, e o sistema de tubos cria um vácuo que suga os resíduos, transportando-os para o local de coleta. Existem sistemas para residências, prédios comerciais e áreas públicas.

Descrição breve do projeto

O sistema Envac de coleta de resíduos apresenta-se como alternativa ao método tradicional de coleta de resíduos. As lixeiras são conectadas a um sistema de tubos, ligados a uma área de coleta, localizada, em geral, nos arredores de onde o sistema está instalado, fora da área urbana. Um sensor instalado percebe quando a lixeira está cheia e o sistema de tubos cria um vácuo que suga os resíduos, transportando-os para um local de acumulação de resíduos, onde é realizada a coleta. Existem sistemas para residências, prédios comerciais e áreas públicas.

Metodologia

• Pontos de Coleta: Os sacos de resíduos são depositados, a qualquer momento do dia, em coletores instalados nas vias públicas e/ou nos edifícios. Os coletores são distintos para resíduos recicláveis e não recicláveis.
• Rede de Transporte Subterrânea: Os sacos são transportados por sucção e conduzidos por uma rede de tubulações subterrâneas até a central de coleta de resíduos a uma velocidade média de 70 km/h.
• Central de Coleta: Localizada nos arredores da área de coleta dos resíduos, elimina consideravelmente o número de veículos coletores na região. Na central, os resíduos são coletados, separados - quando projetado para esta função - e compactados em contêineres fixos, para posterior envio ao seu destino final. O ar do sistema de tubos é separado do resíduo e tratado por um sistema de filtros antes de ser devolvido à atmosfera.
 

Objetivos

• Reduzir os impactos no meio ambiente local devido à gestão dos resíduos sólidos
• Facilitar a coleta de resíduos sólidos
• Evitar a execução de um sistema de transporte por caminhões muito amplo, reduzindo, assim, o trânsito na região urbana e a liberação de CO2
• Reduzir o volume dos resíduos
• Separar os resíduos recicláveis e destiná-los ao sistema de reciclagem

Cronograma

• 1961: A primeira versão do atual sistema foi instalada em um hospital em Sollefteå, Suécia
• 1965: Foi criada uma versão residencial para a coleta a vácuo
• 2010: Foi ultrapassada a barreira de 600 destes sistemas instalados pelo mundo

Resultados

• Maior facilidade na coleta seletiva, uma vez que os diferentes tipos de resíduos não são misturados durante a coleta, como no método tradicional
• Diminuição no número de caminhões de lixo em circulação, devido ao uso mais racional do espaço. Isso porque, ao invés dos resíduos serem colocados na calçada, em frente de cada imóvel, o caminhão de coleta se dirige somente à área onde os sacos são acumulados.
• Diminuição na poluição sonora e atmosférica causada pela coleta
• Redução de 30% a 40% no custo da coleta
• Em Estocolmo, na Suécia, já foi implementado nos seguintes lugares: Södra Station (2800 residências), Norra Hammarbyhamnen (2050 residências), Essinge Udde (900 residências) e Hammarby Sjöstad (2400 residências)

Instituições envolvidas

• Grupo Envac

Localização

Mapa
Satélite
Híbrido

Perfil da cidade

Cidade: Estocolmo
País: Suécia
Continente: Europa
População: 807 mil (2009)

Objetivos

• Reduzir os impactos no meio ambiente local devido à gestão dos resíduos sólidos
• Facilitar a coleta de resíduos sólidos
• Evitar a execução de um sistema de transporte por caminhões muito amplo, reduzindo, assim, o trânsito na região urbana e a liberação de CO2
• Reduzir o volume dos resíduos
• Separar os resíduos recicláveis e destiná-los ao sistema de reciclagem

Resultados

• Maior facilidade na coleta seletiva, uma vez que os diferentes tipos de resíduos não são misturados durante a coleta, como no método tradicional
• Diminuição no número de caminhões de lixo em circulação, devido ao uso mais racional do espaço. Isso porque, ao invés dos resíduos serem colocados na calçada, em frente de cada imóvel, o caminhão de coleta se dirige somente à área onde os sacos são acumulados.
• Diminuição na poluição sonora e atmosférica causada pela coleta
• Redução de 30% a 40% no custo da coleta
• Em Estocolmo, na Suécia, já foi implementado nos seguintes lugares: Södra Station (2800 residências), Norra Hammarbyhamnen (2050 residências), Essinge Udde (900 residências) e Hammarby Sjöstad (2400 residências)

Cronograma

• 1961: A primeira versão do atual sistema foi instalada em um hospital em Sollefteå, Suécia
• 1965: Foi criada uma versão residencial para a coleta a vácuo
• 2010: Foi ultrapassada a barreira de 600 destes sistemas instalados pelo mundo

Vídeos


 

Fotos


sábado, 28 de abril de 2012


O que fazer com os resíduos orgânicos?
A solução demanda conhecimento e investimentos adequados para o correto reaproveitamento
desses detritos.
A separação, coleta e reciclagem de metais, papel, vidro e plástico, entre outros, ganhou novo impulso com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, no final de 2010. A partir do conceito de responsabilidade compartilhada, a lei envolve os diversos elos da cadeia da reciclagem na busca de soluções eficientes. Enquanto se estruturam modelos e propostas para o melhor aproveitamento dos mais diversos tipos de materiais, a questão dos resíduos orgânicos também precisa ser observada de perto.

Segundo dados da FAO (órgão da ONU que cuida de assuntos relacionados à alimentação e agricultura), 1,3 bilhão de toneladas de comida vão parar no lixo todos os anos – isso representa quase um terço do total produzido. No Brasil, estima-se que a perda chegue a cerca de 25 milhões de toneladas por ano.

"O Brasil produz em torno de 260 mil toneladas de lixo por dia – 1,5 quilo por habitante, o triplo da China. Embora 80% desses resíduos possam ser reaproveitados, o que também inclui o lixo orgânico, uma parcela ainda muito reduzida é reciclada ou destinada para a compostagem", conta Eraldo Patto Pinho, consultor de Sustentabilidade da Topema, empresa que conta com uma área especializada em gestão de resíduos, energia, efluentes e água.

Os chamados resíduos orgânicos - produzidos nas residências, escolas, restaurantes, empresas e pela própria natureza - têm origem vegetal ou animal. Alguns exemplos são restos de alimentos (carnes, vegetais, frutos, cascas de ovos), madeira, ossos e sementes. "Felizmente, existem soluções para dispor o lixo de maneira mais adequada, porém essas soluções dependem do engajamento da população e de políticas públicas que garantam o correto destino e tratamento do lixo", destaca Eraldo.
Despesa que vira receita
Quando seguem para aterros ou lixões (que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, devem ser totalmente extintos no país até o final de 2014), os resíduos orgânicos se biodegradam e geram chorume e gás metano (com 21 vezes mais poder de gás de efeito estufa do que o gás carbônico). Segundo dados do Cempre, em 2010, cerca de 4% do lixo sólido orgânico urbano gerado no Brasil foi reciclado. Em termos absolutos, 211 municípios brasileiros têm unidades de compostagem, sendo que os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul possuem a maior concentração, 78 e 66 unidades, respectivamente.

A compostagem é o processo de decomposição biológica da matéria orgânica presente no lixo, por meio da ação de micro-organismos existentes nos resíduos, em condições adequadas de aeração, umidade e temperatura. Desse processo, resulta um adubo de alta qualidade - uma tonelada de lixo doméstico rende cerca de 500 quilos de composto orgânico.

Entre os fatores que travam o avanço da reciclagem dos resíduos orgânicos, estão as dificuldades logísticas para retirada dos detritos, os custos com transporte e os investimentos em câmara fria (uma vez que não podem ficar expostos ao calor), desinfecção e mão de obra. A novidade é que existem no mercado processadores para resíduos que são colocados nas próprias instalações de condomínios, restaurantes, hospitais, lanchonetes e supermercados.

Sem usar água ou enzimas, esses equipamentos, com capacidades que variam de 30 a 1.500 quilos, geram uma biomassa que pode servir como base para ração animal, adubo e para queima como biogás. Além da biomassa, o processo resulta em água cristalina e estéril que pode ser usada para limpeza ou jardinagem. "Ou seja, o que antes era um problema e uma despesa torna-se fonte de receita. Se reciclássemos 20% de todo o resíduo orgânico produzido no país, haveria 613 mil toneladas a menos nos aterros e seriam geradas aproximadamente 1 milhão de toneladas de adubo, o que representaria uma receita de R$ 1,5 bilhão por ano", contabiliza Eraldo.
 Para saber mais: www.topema.com
Texto retirado do link:http://www.cempre.org.br/ci_2012-0102_reciclando.php

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Natureza... quem ama, cuida!

Coca-Cola vai acelerar o desenvolvimento de sua PlantBottle™




A Coca-Cola anunciou, no final de dezembro, parceria com três empresas líderes em biotecnologia para acelerar o desenvolvimento de suas embalagens PlantBottle™ feitas 100% à base de planta. Desde o lançamento da garrafa, em 2009, a empresa já distribuiu mais de 10 bilhões de unidades em 20 países, o que representa a retirada de aproximadamente 100 mil toneladas de dióxido de carbono - o equivalente a cerca de 20 mil acres de floresta.

Os acordos com a Virent, Gevo e Avantium foram assinados após um estudo de dois anos, realizado pela equipe de Pesquisas e Desenvolvimento e do conselho técnico da The Coca-Cola Company. As três empresas são especialistas na criação de alternativas de origem vegetal para materiais tradicionalmente feitos de combustíveis fósseis e outros recursos não-renováveis.

“Embora a tecnologia para desenvolver materiais biológicos renováveis em laboratório esteja disponível há anos, acreditamos que essas três empresas têm alto potencial para criá-los em escala comercial global nos próximos anos”, explica Rick Frazier, vice-presidente de Suprimento de Produtos Comerciais da Coca-Cola. “Este é um investimento significativo da área de Pesquisas e Desenvolvimento em inovação em embalagens e é o próximo passo em direção à nossa visão de fazer todas as nossas embalagens plásticas com materiais de plantas obtidos de maneira responsável.”

A primeira geração de embalagens PlantBottle™ da The Coca-Cola Company é produzida com até 30% de material de origem vegetal a partir de dois componentes:  MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% do PET, e é também feita de materiais de plantas, e PTA (ácido tereftálico purificado) que compõe os outros 70%.  A próxima etapa prevê a substituição do PTA por materiais de plantas.

 Para saber mais: www.cocacola.com.br

domingo, 26 de fevereiro de 2012

"Espera mil anos e verás que será precioso até o lixo deixado atrás por uma civilização extinta". Isaac Asimov



AE - Agência Estado
Os condomínios da cidade de São Paulo têm acumulado lixo reciclável por falta de coleta seletiva. A demanda está cada vez maior, mas a estrutura da Prefeitura, com 21 centrais de triagem, não consegue atender ao processamento diário de todo o material produzido na capital. Os síndicos jogam o lixo que poderia ser reciclado com os detritos comuns.
De 2009 para 2011, o volume médio de resíduos coletados diariamente na cidade de São Paulo teve um aumento de 12,5%. Passou de 16 mil toneladas por dia para 18 mil. A quantidade de itens enviados para a reciclagem, porém, continua por volta de 1% do total. Passou de 120 toneladas (0,71%) por dia em 2009, para 214 (1,13%) em 2011. "O ideal é que a cidade estivesse reciclando cerca de 25% do total do lixo produzido", disse a arquiteta e urbanista Nina Orlow, da Rede Nossa São Paulo. De acordo com Nina, a cidade precisa fazer um estudo gravimétrico (separação e pesagem) do lixo coletado diariamente, o que traduz o porcentual de cada componente recolhido.
O Edifício Copan, no centro da capital, que tem cerca de 5 mil moradores, chega a produzir 75 toneladas de lixo por mês. Desse total, consegue enviar para a reciclagem 15 t. O prédio também tem encontrado dificuldades na hora da coleta do material reaproveitável. "As cooperativas nem sempre funcionam. Como sou grande gerador de lixo, fiz uma parceria com uma ONG para a coleta, mas tem semanas que eles não recolhem o material reciclável e ele fica se acumulando na garagem", disse o síndico do condomínio, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, de 73 anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

"Vi ontem um bicho na imundície do pátio catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem". Manuel Bandeira



México cria mercado que troca lixo reciclável por alimentos e flores



Projeto deve começar a funcionar em março na capital do país.
Objetivo é fomentar o reaproveitamento dos resíduos sólidos.



O governo da Cidade do México vai lançar em março o projeto de um  mercado de troca de lixo reciclável por alimentos.
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, resíduos como papel, vidro, latas de alumínio, garrafas PET e caixas de leite longa-vida poderão ser entregues em postos montados em diversas partes da cidade. O primeiro começará a funcionar no Parque Chapultepec.
Com limite de 10 kg por pessoa, cada pacote de matéria-prima entregue equivalerá a “pontos verdes”, que poderão ser utilizados na compra de frutas, legumes e até flores. De acordo com a secretária Martha Delgado, a primeira unidade fornecerá cinco toneladas de hortaliças plantadas em áreas de conservação, nos arredores da capital mexicana.
“Vamos fazer em uma pequena escala para ter a perspectiva de educação ambiental dos cidadãos, sobre como reaproveitar os resíduos sólidos”, disse. A previsão é que o mercado funcione todo primeiro domingo do mês até dezembro.
Dados oficiais do município é que diariamente 12 mil toneladas de lixo são geradas pela população. As autoridades planejam enviar os resíduos para cidades vizinhas, devido à sobrecarga dos aterros, e também instalar uma usina de biogás para reaproveitar as emissões provenientes desses locais – responsáveis por despejar metano e outros gases tóxicos na atmosfera.
Notícia original: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/02/mexico-cria-mercado-que-troca-lixo-reciclavel-por-alimentos-e-flores.html

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ainda há muito que corrigir em nosso meio ambiente a na forma como nos tratamos a natureza, mas estamos no caminho certo para um dia alcançar nossa meta mais importante mesmo que a maioria não saiba disso: a sustentabilidade.

Ei pessoal! Vamos fazer nossa parte! Aproveite o carnaval, mas com responsabilidade ambiental!


Catadores devem retirar 65 toneladas de 

recicláveis no Carnaval de Salvador




Coleta no Carnaval de Salvador. Foto: Secretária do Turismo
O Carnaval já começou em boa parte do país e nos circuitos da folia de Salvador quase três mil trabalhadores atuarão como agentes ambientais, coletando cerca de 65 toneladas de material reciclável.
Eles fazem parte do projeto “Ecofolia Solidária: Trabalho decente preserva o meio ambiente”, que visa contribuir para a inserção socioprodutiva dos catadores e minimizar o impacto causado pelo descarte inadequado dos resíduos na festa.
Um dos principais circuitos da festa soteropolitana ocorre ao longo da orla, assim não é difícil encontrar lixo poluindo mar da cidade após a festa. Ano passado, o projeto coletou 63,1 toneladas de materiais nos circuitos da cidade. No entanto, segundo órgãos oficiais, o número gerado pelos foliões nos cinco dias da festa foi bem maior: 1.393 toneladas de resíduos sólidos.
Social
A iniciativa é realizada há nove anos e auxilia a regularização dos catadores no Carnaval, fornecendo uniforme, equipamento de proteção, alimentação e o contato direto com as fábricas de reciclagem, que pagarão pelo material coletado um preço acima do mercado.
Ao menos 2.800 trabalhadores que participam do projeto são independentes, ou seja, não pertencem a nenhuma cooperativa e vendem o material a preços irrisórios para atravessadores.
Segundo os organizadores, outras 300 famílias também serão beneficiadas, por meio da prestação de serviços de alimentação, costura do fardamento, monitoria em informática, entre outros serviços.
Além disso, o projeto combate o trabalho infantil na festa, uma vez não recebe materiais recolhidos por menores de 18 anos.
* Publicado originalmente no EcoD.
http://envolverde.com.br/noticias/catadores-devem-retirar-65-toneladas-de-reciclaveis-no-carnaval-de-salvador/?utm_source=CRM&utm_medium=cpc&utm_campaign=17-%5B2012-02-17-11%3A41%3A53%5D

"O futuro das novas gerações está na preservação do nosso meio ambiente."





Acompanhe o calendário de eventos que ocorrem durante esse ano divulgados no site do CEMPRE:
http://www.cempre.org.br/recicle_cempre.php


VIII SEMINÁRIO DE RESÍDUOS RECICLE CEMPRE

De: 06/11/2012 a 08/11/2012

Intitulado "Reciclando Nosso Compromisso com o Meio Ambiente", o VI Recicle CEMPRE tem como proposta apresentar as evoluções do mercado de reciclagem e facilitar a troca de experiências entre governo, empresas e cooperativas. Os painéis e palestras abordarão a questão dos resíduos sólidos e da reciclagem considerando a atuação dos diversos públicos de interesse, reforçando o conceito de gerenciamento integrado.
Temas do VIII Recicle CEMPRE:- Política Nacional de Resíduos Sólidos- Responsabilidade Socioambiental e a Contribuição da Indústria da Reciclagem;
- Prefeituras (Ações públicas em prol da Reciclagem);- A Contribuição das Cooperativas de Catadores;- A atuação das entidades corporativas em prol da Reciclagem no Brasil
Mais informações:
Tel. (11) 3917 - 2878 / 0800 77 01 449
06, 07 e 08 de Novembro, 2012 - das 09 às 18 horas.Expo Center Norte - Pavilhão Azul - São Paulo – Juntamente com a FIMAI 2012

7ª ReciclAção

De: 27/06/2012 a 30/06/2012

RECICLAÇÃO, Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação & Tecnologia Ambiental visa aproximar a comunidade científica e o setor empresarial com intuito de estimular o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental, através da reciclagem e reutilização de resíduos, recuperáveis industriais, uso de energias alternativas e renováveis, gerando negócios, inclusão e consciência sócio ambiental, tendo como eixo norteador das ações o quadrinômio EDUCAÇAO – CONSCIÊNCIA – NEGÓCIOS – DESENVOLVIMENTO.
Expo Unimed Curitiba
R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300. Campo Comprido. Curitiba/PR.
Informações:    www.montebelloeventos.com.br/reciclacao  (41) 3203-1189

I Jornada Para Discussão da Política Nacional de Resíduos Sólidos e sua Aplicação

Data: 13/12/2011

- Palestra com profissional do Cempre sobre Reciclagem e Política Nacional de Resíduos Sólidos, bem como regulamentação da profissão de catador.
- Mesa redonda sobre aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e Legislação em Chapecó, com participação do Ministério Público Estadual, Câmara Municipal de Vereadores e Poder Público Municipal.

08h30 - 17h30  Auditório da UCEFF Faculdades Bairro Santa Maria - Chapecó/SC. Inscrições no Local.

II SIRS (Simpósio sobre Resíduos Sólidos da USP São Carlos)

De: 30/11/2011 a 02/12/2011

O objetivo do evento é reunir pesquisadores nacionais e internacionais, estudantes, representantes do Poder Público, da sociedade civil e da iniciativa privada que desenvolvam experiências na temática dos Resíduos Sólidos; promover debates acerca dos problemas relacionados ao tema; divulgar pesquisas e experiências na área para a comunidade científica e a sociedade e articular profissionais e instituições para futuras parcerias.
Inscrição pelo site do evento: http://www.eesc.usp.br/shs/2sirs
3º Seminário Bioenergia: Desafios e Oportunidades de Negócios

Data: 24/11/2011

O foco do evento será o aproveitamento energético de resíduos. Para estas discussões, serão realizados dois painéis, "Resíduos Urbanos" e "Resíduos Rurais". A intenção é que cada seminário possa dar visibilidade a determinada biomassa, assim como o etanol e seus derivados foram destacados no seminário de 2010

Local: Auditório Prof. Romeu Landi, Edifício Mário Covas – Prédio da Administração da Escola
Politécnica – Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº. 380 – Cidade Universitária
E-mail: cenbio@iee.usp.br
O evento é gratuito e as inscrições são feitas no site do CENBIO: http://cenbio.iee.usp.br

XIV FIMAI - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade

Data: 23/11/2011

FIMAI - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, que acontecerá no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo-SP, abre um leque importante de opções na área ambiental e possibilita o contato com os mais importantes especialistas e empresários atuantes no Brasil. 
O excelente nível dos expositores e visitantes reforça o crescimento exponencial do mercado ambiental brasileiro. Demonstra também a importância dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos em busca da sustentabilidade nacional e seu reflexo no cenário mundial.
A Feira conta com uma gama variada de empresas de consultoria e prestação de serviços nas áreas de: aterros, incineradores, co-processamento, tratamento físico-químicos e biológicos, inventários de emissões, reciclagem de resíduos.
Mais informações: Tel. (11) 3917 - 2878 / 0800 77 01 449 E-mail: eventos@rmai.com.br / Site: www.fimai.com.br 
Entrada Gratuita para a Feira - 14h00 às 21h00
Seminário: SIMAI 2012 –  08h30 às 18h30
Auditório do Centro de Convenções do Pavilhão Azul - Pago, com inscrições prévias

Congresso Mundial ISWA 2011

De: 17/10/2011 a 20/10/2011

O Congresso ISWA 2011 irá possibilitar uma grande oportunidade para a troca de conhecimento e experiências em gestão sustentável de resíduos e questões ambientais com outros cientistas, acadêmicos, profissionais e agentes políticos de todo o mundo.
A data limite para o envio de trabalhos para o Congresso ISWA 2011 foi prorrogada para 31 de março.
www.iswa2011.org

II Encontro Nac. dos Coletadores e Recicladores de Res. de Óleo Comestível

Data: 13/10/2011

Local: Câmara Municipal de São Paulo
Viaduto Jacareí, 100 - 8.º andar (Salão Nobre)
Horário: 13h - 18h
Gratuito.
www.ecoleo.org.br

EXPOSUCATA

De: 27/09/2011 a 29/09/2011

das 13h às 20h
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes 1,5km
São Paulo - SP

A EXPOSUCATA é um evento internacional, de NEGÓCIOS e especialmente desenvolvido
para profissionais que trabalham com materiais recicláveis em ESCALA INDUSTRIAL.
É composto por uma feira de produtos e serviços e por um extenso programa de palestras focadas
nos processos e desafios da indústria da reciclagem dos mais diferentes tipos de materiais recicláveis.
RESILIMP

De: 26/04/2011 a 28/04/2011

RESILIMP - VI Feira Internacional de Resíduos Sólidos.
Terça a Quinta das 13h00 às 20h00
São Paulo - Brasil
Centro de Exposições IMIGRANTES
www.resilimp.com.br
CURSOS
Encontro Técnico: Política Nacional de Resíduos Sólidos

Data: 26/03/2012

A visão geral, com enfoque específico para os planos de gerenciamento, o funcionamento da
logística reversa, os desafios dos acordos setoriais, a destinação adequada, entre outros temas, é a base
que compõem a programação da 1ª Edição do Encontro Técnico Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Local: CRQ-IV Região - Rua Oscar Freire, 2.039
Pinheiros, São Paulo/SP

Mais Informações e inscrições: (11) 3917-2878
E-mail: eventos@rmai.com.br / Site: www.rmai.com.br
PET - Os caminhos da reciclagem

Data: 06/12/2011

Horário: das 08h30 às 17h30
Inscrições:Rua Loefgren, 619, Vila Mariana - SP
Fone: (11) 5904-7373 E-mail: comercial@reciclaveis.com.br
 Local do CursoSão Paulo – SP Próximo a Av. Paulista (a confirmar)
Encontro Técnico: Gerenciamento de Resíduos

Data: 25/08/2011

Local: São Paulo – SP
Realização: RMAI e Interação Ambiental
Informações: (11) 3917-2878
E-mail: eventos@rmai.com.br
Website: www.rmai.com.br

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

"Queremos uma justiça social que combine com a justiça ecológica.Uma não existe sem a outra." Leonardo Boff

As lâmpadas fluorescentes e seu impacto na saúde humana



Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – 25 janeiro, .2011
São Paulo - Há pouco tempo, o jornal Cruzeiro do Sul relatou o descarte indevido de centenas de lâmpadas fluorescentes às margens do rio Sorocaba, sendo que cada uma dessas lâmpadas possui, em seu interior, em média de 15 mg de mercúrio.

Levando-se em conta também a grande quantidade, foram necessários mais de quatro contêineres para a retirada total das lâmpadas. Assim, o potencial de contaminação, não apenas no entorno do rio, mas também para a população que consome água e peixes, pode ser considerado muito grave.

As lâmpadas que foram descartadas indevidamente são as fluorescentes tubulares, amplamente empregadas por indústrias, lojas e escritórios comerciais. Outro modelo amplamente consumido são as chamadas lâmpadas fluorescentes compactas (LFC), que são empregadas na iluminação residencial em substituição às tradicionais lâmpadas incandescentes.

Essa substituição decorre da alta eficiência energética dessas lâmpadas, contribuindo assim para a redução do consumo, e por conseguinte da necessidade de geração de energia elétrica. Tal fato é tão significativo que técnicos do Ministério de Minas e Energia estudam o banimento de lâmpadas incandescentes do mercado até 2016.

O que poucos levam em conta é o processo de descarte das lâmpadas fluorescentes compactas pois, como são de uso residencial, o tradicional destino das mesmas é o lixo doméstico e posteriormente o aterro sanitário municipal. Dados de 2008 da 
Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) mostram um consumo de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas anuais, sendo que esse mercado pode chegar a 400 milhões de unidades/ano, se levarmos em conta a substituição gradativa das lâmpadas incandescentes.

Tendo em vista que cada LFC possui 4 mg de mercúrio, o potencial de contaminação anual por esse metal pode chegar a incríveis 1,6 toneladas/ano. Um número assustador. No entanto, o mais assustador é a pouca atenção dada para o seu processo de descarte: enquanto que para as lâmpadas tubulares uma cadeia de coleta e destinação correta esta sendo implementada (em especial nas indústrias consumidoras do produto), as LFCs são relegadas a segundo plano e não vemos iniciativas em nenhuma parte para seu correto descarte.

Outro fator preocupante é com a saúde dos trabalhadores das empresas de coleta de lixo, pois com o descarte das LFCs no lixo doméstico, as mesmas podem ser esmagadas dentro dos caminhões compactadores, expondo assim essas pessoas ao contato com o mercúrio.

Mesmos os usuários domésticos não estão familiarizados com os riscos que tais lâmpadas representam, pois no caso de uma quebra os mesmos adotam o mesmo procedimento que adotavam no caso de lâmpadas incandescentes (que não representam riscos a  saúde quando quebradas), coletando os cacos e depositando os mesmos em sacos plásticos, junto com o restante do lixo.

O mercúrio é um dos metais mais tóxicos empregados pelo homem e portanto devemos tomar cuidado no manuseio e descarte de produtos que o emprega, sendo nesse caso em particular as lâmpadas fluorescentes tubulares e compactas.

Veja algumas recomendações que devemos adotar caso uma lâmpada fluorescente quebre.
  1. Retire do cômodo crianças e animais de estimação e evite que qualquer pessoa tenha contato com os cacos da lâmpada;
  2. ventile bem o ambiente, abrindo portas e janelas;
  3. caso a lâmpada tenha se quebrado sobre algum tecido, roupa de cama, toalhas de mesa ou banho, carpetes, entre outros, esses devem ser descartados, e não lavados e reutilizados;
  4. na limpeza dos cacos, use uma luva e uma pá, evitando contato direto. Empregue uma fita adesiva para recolher o pó restante e passe uma papel toalha umedecido em todo o local. Importante: não empregue aspiradores de pó para coleta desse material;
  5. todo o material deve ser descartado em um saco plástico grosso que possa ser selado e encaminhado para um centro de reciclagem preparado para a manipulação desse resíduo;
  6. caso haja ferimento com os cacos ou inalação do mercúrio, procure imediatamente uma assistência médica.
Uma ótima alternativa para o futuro são as lâmpadas LED (abreviatura em inglês de diodo emissor de luz), que são constituídas de materiais inertes, não representam riscos para a população e apresentam uma eficiência energética significativamente superior às lâmpadas fluorescentes.
 
Comentário do Jornal dos Amigos
 
Descartadas no lixo comum, o mercúrio pode contaminar solo e água.  Além disso, pode contaminar quem ainda trabalha nos chamados lixões. Mediante a informação acima, cabe ao Poder Público (em especial as secretarias municipais de meio ambiente) imediata providência para orientação à população quanto aos procedimentos para descarte de lâmpadas fluorescentes. Sugerimos que, além da prática de coleta seletiva primária (duas lixeiras, uma para lixo orgânico e outra para lixo seco), que o descarte das lâmpadas LFC tenha o mesmo cuidado a exemplo do descarte de garrafas, ou seja, embrulhadas em papel jornal, acondicionadas em saco plástico, lacre e só então descartadas no depósito de lixo seco, até que o Poder Público se manifeste. Salvo melhor juízo.