Diariamente o Brasil produz 150 mil toneladas de lixo, das quais 40% são despejadas em aterros a céu aberto. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume.
O destino adequado do lixo é portanto um problema que afeta a maioria das cidades. Entre os anos de 1994 a 2010 houve um crescimento dos municípios que realizam a coleta seletiva. No entanto, apenas cerca de 8% (443) dos 5.565 municípios adotam programas de coleta seletiva; sendo a distribuição dos municípios por região estimada em (05) Região Norte; (13) Região Centro- Oeste; (45) Região Nordeste; (159) Região Sul e (221) Região Sudeste (CEMPRE, 2010).
Uma pesquisa da CICLOSOFT em 2010, apontou que cerca de 22 milhões de brasileiros têm acesso a programas municipais de coleta seletiva. Mas apesar do número de cidades com esse serviço ter aumentado nos últimos anos, na maior parte delas a coleta não cobre mais que 18% da população local. A coleta seletiva dos resíduos sólidos municipais é feita pela própria Prefeitura em 52% das cidades pesquisadas, e mais da metade (62%) apóia ou mantém cooperativas de catadores como agentes ambientais executores da coleta seletiva municipal (CEMPRE, 2010).
Aparas de papel/papelão continuam sendo os tipos de materiais recicláveis mais coletados por sistemas municipais de coleta seletiva (em peso), seguidos dos plásticos em geral, vidros, metais e embalagens longa- vida. A porcentagem de rejeito ainda é grande, o que reforça a ideia de que é preciso tanto melhorar o serviço de coleta como conscientizar a população para separar o lixo corretamente em suas casas.
É notório que a disposição incorreta dos resíduos multiplicam os lixões a céu aberto, como ocorre em São João del-Rei; e isso provoca a proliferação de transmissores de doenças, a contaminação do lençol freático, poluição do solo, entupimento das bocas-de-lobo e as consequentes enchentes. Portanto, além dos prejuízos econômicos temos os problemas advindos da poluição que provoca doenças na população e danos ao meio ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. Concretizando essas ações se poderá efetivamente diminuir a exploração de recursos naturais; reduzir o consumo de energia; diminuir a poluição do solo, da água e do ar; prolongar a vida útil dos aterros sanitários; recuperar materiais que iriam para o lixo; diminuir os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias; diminuir o desperdício; diminuir os gastos com a limpeza urbana; criar oportunidades de fortalecimento das organizações comunitárias e gerar emprego e renda pela comercialização dos recicláveis propiciando a manutenção e a sobrevivência de muitas famílias; dentre outros benefícios passíveis de obtenção.
O Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, Campus São João del-Rei, instituiu seu Programa de Coleta Seletiva Solidária e Gestão dos Resíduos Sólidos produzidos pelo Campus. Este utilizará uma metodologia participativa que faça frente às problemáticas ambientais, buscando efetivamente fazer a diferença perante a comunidade acadêmica e local.
O destino adequado do lixo é portanto um problema que afeta a maioria das cidades. Entre os anos de 1994 a 2010 houve um crescimento dos municípios que realizam a coleta seletiva. No entanto, apenas cerca de 8% (443) dos 5.565 municípios adotam programas de coleta seletiva; sendo a distribuição dos municípios por região estimada em (05) Região Norte; (13) Região Centro- Oeste; (45) Região Nordeste; (159) Região Sul e (221) Região Sudeste (CEMPRE, 2010).
Uma pesquisa da CICLOSOFT em 2010, apontou que cerca de 22 milhões de brasileiros têm acesso a programas municipais de coleta seletiva. Mas apesar do número de cidades com esse serviço ter aumentado nos últimos anos, na maior parte delas a coleta não cobre mais que 18% da população local. A coleta seletiva dos resíduos sólidos municipais é feita pela própria Prefeitura em 52% das cidades pesquisadas, e mais da metade (62%) apóia ou mantém cooperativas de catadores como agentes ambientais executores da coleta seletiva municipal (CEMPRE, 2010).
Aparas de papel/papelão continuam sendo os tipos de materiais recicláveis mais coletados por sistemas municipais de coleta seletiva (em peso), seguidos dos plásticos em geral, vidros, metais e embalagens longa- vida. A porcentagem de rejeito ainda é grande, o que reforça a ideia de que é preciso tanto melhorar o serviço de coleta como conscientizar a população para separar o lixo corretamente em suas casas.
É notório que a disposição incorreta dos resíduos multiplicam os lixões a céu aberto, como ocorre em São João del-Rei; e isso provoca a proliferação de transmissores de doenças, a contaminação do lençol freático, poluição do solo, entupimento das bocas-de-lobo e as consequentes enchentes. Portanto, além dos prejuízos econômicos temos os problemas advindos da poluição que provoca doenças na população e danos ao meio ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. Concretizando essas ações se poderá efetivamente diminuir a exploração de recursos naturais; reduzir o consumo de energia; diminuir a poluição do solo, da água e do ar; prolongar a vida útil dos aterros sanitários; recuperar materiais que iriam para o lixo; diminuir os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias; diminuir o desperdício; diminuir os gastos com a limpeza urbana; criar oportunidades de fortalecimento das organizações comunitárias e gerar emprego e renda pela comercialização dos recicláveis propiciando a manutenção e a sobrevivência de muitas famílias; dentre outros benefícios passíveis de obtenção.
O Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, Campus São João del-Rei, instituiu seu Programa de Coleta Seletiva Solidária e Gestão dos Resíduos Sólidos produzidos pelo Campus. Este utilizará uma metodologia participativa que faça frente às problemáticas ambientais, buscando efetivamente fazer a diferença perante a comunidade acadêmica e local.
Comissão do Programa de Coleta Seletiva Solidária

Nenhum comentário:
Postar um comentário